ANI na cobertura das Olimpíadas Rio 2016 completou 100 dias de Plantão das Prerrogativas.

August 12, 2016

Um caso grave foi registrado quando quatro fotojornalistas foram agredidos por seguranças do Metrô Rio.
 

Foto: vice.com


Redação ANI

A principal meta da Associação nacional de Imprensa – ANI o “Plantão das Prerrogativas” completou 100 dias. Iniciado três meses antes do inicio das Olimpíadas Rio 2016. Na reunião executiva do mês de maio, a diretoria aprovou a escala dos advogados plantonistas, e a partir daí, os telefones dos defensores das prerrogativas dos jornalistas permaneceu em ritmo de plantão permanente. O site www.anibrasil.com.br, passou a ficar disponível com um elenco de defensores indicados pela entidade.

Temos uma dezena de criminalistas, civilistas e assistentes, todos inscritos na Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, e ainda um plantão em Brasília, caso seja necessário recorrer ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em razão de inoperância do tribunal ou numa eventual demanda que transgrida e viole a Constituição Federal – explica seu presidente jornalista Roberto Monteiro Pinho.

O Plantão 24 horas – “O Plantão das Prerrogativas”, vem funcionando de forma permanente desde a criação da ANI em 2015. Ele atende os associados e até mesmo jornalistas, repórteres, cinegrafistas e titulares de blogs e site que estiverem em atividade e venham sofrer violação dos seus direitos, liberdade de imprensa e da livre expressão.

Fotógrafos agredidos no Metrô Rio – Na noite de 5 de julho, quatro fotojornalistas foram agredidos por seguranças do Metrô Rio durante tumulto na estação Uruguaiana, na capital fluminense. Os profissionais voltavam da cobertura da manifestação realizada em frente à Assembleia Legislativa do Rio, quando os seguranças reprimiram jovens que tentaram pular as catracas do metrô.

Ao registrarem a ação, os fotojornalistas Matias Maxx da Vice, Roger McNaught da Tribuna da Imprensa Sindical e o freelance Ellan Lustosa, foram cercados e agredidos, mesmo depois de se identificarem como sendo da imprensa. Eles foram estrangulados e em seguida detidos pelos seguranças. Katja Schilirò, também freelance, teve a lente da câmera danificada.

Em reportagem para a Vice, Maxx relata que alguns seguranças deixaram de lado os manifestantes e voltaram sua atenção para as câmeras dos repórteres, tentando impedir que fossem gravados. "Começaram a tampá-las e golpeá-las, exigindo aos gritos que não os filmássemos", descreve. Mediante a negativa, os seguranças partiram para a agressão. (por I resumo Fotográfico).

Na defesa dos fotógrafos – A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, está com seu Departamento Jurídico prestando toda Assessoria aos fotojornalistas, e vai demandar com quatro ações de danos morais contra a, Concessionária Metrô Rio e os seguranças que cometeram as agressões. Os associados da ANI terão também total assistência no inquérito policial registrado na 12ª DP Rio. O advogado Ricardo Braga França titular do escritório França & Advogados Associados e diretor jurídico da ANI, é o responsável pelas ações cíveis. E Na 12ª Delegacia onde foi registrada a ocorrência, um plantonista da ANI deu assistência nos depoimentos.

 

 

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