A grande imprensa, e a informação de papel foram desestruturadas com a onda WhatsApp


Um estudo detalhado do comportamento da mídia eletrônica serviu de base, para que analistas do segmento, apontem na direção correta dos fatos que ocorrem no planeta. Nas eleições 2018, o termo "fake news" entrou definitivamente no vocabulário brasileiro. As informações falsas, produzidas para atingir um fim político, bombardearam exaustivamente no período eleitoral.


Os textos e imagens inundaram redes, grupos de WhatsApp, postagens no Facebook ou em comentários no Twitter. A ferramenta para acionar esse eficiente meio de informação, ágil e dinâmico, um celular, traçou o futuro da comunicação de massa. A análise do tem é do presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, jornalista Roberto Monteiro Pinho.


O dirigente ao fundar a ANI, inseriu no seu Estatuto o artigo que permite a associação de mídias. Com isso filiando os micros e pequenos negócios de comunicação. “Era uma visão que tinha influência direta do impacto dos movimentos sociais, que eclodiam no mundo e cresciam a partir de redes do WhatsApp e Twitter”, explica.


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