Mídia alternativa é responsável por 66% dos conteúdos de informações na área de comunicação jornalís


As mídias sociais há muito deixou de ser mera coadjuvante para assumir o papel principal na vida e do cotidiano das pessoas. No Brasil esse fenômeno está no topo e figura entre as nações onde o uso de internet e mídias sociais revelam números expressivos.


Na opinião do jornalista Roberto Monteiro Pinho presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI a mídia é hoje a imprensa alternativa, mais ágil, presencial e autêntica. “De posse de um Smartfone qualquer pessoa capta a imagem e reproduz nas redes sociais. Escrevem pouco, concisos e as próprias imagens falam por si. Os grupos de Whatsapp e os que se organizam nas páginas do facebook comandam a notícia, de forma globalizada. Isso não apenas alimenta a pauta dos jornalões, revistas, dos rádios e TVs, mas também atinge a grande massa de internautas. Uma rede infinita. A nova imprensa é eletrônica” - explica o dirigente.


“O Estatuto da ANI, faz a inclusão dessas pessoas, até então ignoradas no contexto associativo”, relata. “Recente o sindicato dos jornalistas do Rio de Janeiro, foi obrigado a admitir em seus quadros, jornalistas reconhecidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Uma decisão judicial referendou os jornalistas”, informou Monteiro.


Os números são surpreendentes


No ano de 2016 existiam 116 milhões de pessoas acessando a internet no Brasil. Dessas 94,2% enviaram ou receberam mensagens de texto, voz ou imagem por aplicativos, nas redes sociais, que é liderada pelo Facebook e Whatsapp. As informações constam no suplemento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) Pesquisa nacional de Amostra por Domicilio Continua (Pnad Contínua) do IBGE.


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