A educação no topo do retrocesso por conta da pandemia


ANIBRPress

As paralisações causadas pela pandemia agravaram as lacunas já existentes na educação brasileira. Isso porque nenhum sistema educacional moderno foi construído para lidar com paralisações prolongadas como as impostas pela pandemia do COVID-19.

Professores, gestores e principalmente pais têm trabalhado exacerbadamente para manter o aprendizado vivo e continuo. A aula em casa para a maioria é um duro desafio. Preocupa entanto que é bem provável que esses esforços não sejam suficientes para fornecer a qualidade da educação oferecida na sala de aula.

De acordo com o IBGE no ano de 2018, o país apresentava um número de 11,3 milhões de analfabetos, correspondendo a 6,8% de uma população de pouco mais de 166 milhões de pessoas acima de 15 anos.  É bom assinalar que existem neste universo conturbado, milhares de criança e jovens que necessitam da educação inclusiva, um problema ainda no biombo dos educadores. A Associação Nacional e Internacional de imprensa-ANI diligente quanto à demanda educacional, criou a Comissão de educação Inclusiva, com objetivo voltado a educação especial.

Em 2018, segundo o relatório do Inep, o Brasil conseguiu ofertar vagas para 35,7% das crianças nessa faixa etária (ou 3,8 milhões), e o objetivo é chegar até 50%.