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O ranking das redes sociais e a segurança para influenciar pessoas


(...) O dirigente da ANI explica que: “No entanto apesar da vantagem que o negócio proporciona essas empresas, não protegem seus usuários, e segundo dados oficiosos, investem menos de 1% na segurança ciber, o que é uma resposta desalentadora” – conclui.


Núcleo: ANIBRPress


De acordo com o relatório Digital 2021 tivemos um acentuado crescimento de usuários nas redes sociais, conforme ranking das 10 redes mais usadas no Brasil liderada pelo: Youtube (96.4%), WhatsApp (91.7%), Facebook (89.8%), Instagram (86.3%), Facebook Messenger (68.5%), Twitter (51.6%), TikTok (47.9%), Pinterest (47.1%), LinkedIn (42.6%) e Telegram (29.4%).


No ano de 2020 ocorreram significativas mudanças nos hábitos digitais das pessoas em todo o mundo. Com a pandemia de Covid-19, o consumo de informações – nos mais variados formatos – dentro das mídias sociais aumentou significativamente. Isso acabou gerando mudanças, como, por exemplo, reposicionamentos na lista das 10 redes sociais mais usadas no Brasil.


Segundo o We Are Social e Hootsuite, números mais recentes indicam que os brasileiros passam, em média, 3 horas por dia, conectados às redes sociais. A tendência é que, no decorrer de 2020, esse tempo tenha sido ainda maior.


A segurança ainda é um desafio


A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709) nas ações de marketing digital se tornou um campo minado de intrusos que utilizam informações ao extremo para fins criminosos. Para o jornalista e presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, essa é um das maiores preocupações no universo cibernético.

“Existem inúmeros questionamentos que circundam a segurança nas redes sociais, desde o hacker ao vazamento de informações. O setor de mídia hoje é um dos que mais atrai investimentos, impulsionando o mercado de trabalho, negócios e a indústria de equipamentos eletrônicos, capitaneados pelos Smartphones, e com um lucro substancial para provedores e plataformas digitais”.